A Graco oferece soluções inovadoras e disruptivas para as necessidades da indústria, atendendo às demandas e questões que antes não eram contempladas pelas tecnologias anteriores. A bomba pneumática de diafragma operada eletricamente é uma bomba flexível e personalizável que consegue atender a uma ampla gama de aplicações e condições.
Para escolher a bomba certa, é necessário entender melhor como as principais bombas funcionam e como elas podem ser aplicadas.
Como as bombas pneumáticas conseguem suprir a indústria?
A indústria enfrenta alguns obstáculos, principalmente com o uso das bombas convencionais, como veremos a seguir:
Bombas centrífugas: esse tipo de bomba apresenta um custo inicial de compra razoável, mas uma grande incompatibilidade com diversos tipos de fluídos. Por contar com uma construção sensível, não é o equipamento ideal para fluidos sólidos e abrasivos, visto que causam um dano maior às suas peças. Outro aspecto negativo é que essas bombas atuam com uma grande velocidade, causando o cisalhamento de determinados líquidos, e devido à sua concepção ela não permite variações na sua taxa de fluxo, necessitando de estabilidade para que entregue eficiência.
Bombas magnéticas: esse tipo de bomba só pode ser utilizada com fluidos limpos, não podendo ser aplicados em operações onde há presença de sólidos. Contudo, por funcionar por mecanismo magnético, esse dispositivo pode superaquecer e prejudicar a composição do fluido. O excesso de calor pode ser um grande problema, dependendo da operação realizada.
Bombas de lóbulo rotativo: esse tipo de bomba necessita de engrenagens temporizadas para que consigam entregar uma boa funcionalidade. Porém essas engrenagens precisam ser adquiridas e necessitam de manutenção e substituição recorrentes. Esse tipo de bomba também não consegue entregar um bom desempenho no bombeamento de fluídos mais finos e de baixa viscosidade, entregando eficiência nesses processos.
Bombas de engrenagens: essas bombas conseguem realizar o bombeamento de fluídos com alta viscosidade atendendo uma ampla gama de temperaturas. Contudo, elas possuem um alto custo de manutenção por conta da sua constituição mais sensível e precisam de peças sobressalentes caras. Além disso, devido ao seu tamanho, elas não são equipamentos ideais para operações mais robustas, apresentando uma vida útil reduzida.
Bombas de cavidade progressiva: um dos principais aspectos negativos desse tipo de bomba é a sua incapacidade de funcionamento a seco. As suas peças e superfícies precisam da lubrificação dos fluidos para evitar danos à estrutura. Ela também precisa de peças caras e apresenta baixa durabilidade por se tratar de uma bomba delicada. A sua manutenção é cara, e não é a melhor opção para aplicações críticas. Outro problema é que, por conta da rotação e atrito dos seus componentes, o material bombeado pode sofrer alguma alteração.
Bombas peristálticas: esse tipo de bomba pode ser aplicado em diversas operações, mas apresentam um alto custo de manutenção. A bomba e a mangueira flexível que faz parte da sua constituição acabam sofrendo uma alta degradação com o tempo e precisa ser substituída recorrentemente.
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